INGRESSOS DA COPA DO MUNDO: VEJA PREÇOS PARA JOGOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA 

                                                                  © Divulgação

A venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2022, no Qatar, está aberta. O evento ocorrerá de 21 de novembro a 18 de dezembro. A Fifa iniciou a comercialização das entradas na quarta-feira (19) no seu site. O primeiro período de vendas vai até o dia 22 de fevereiro. Neste primeiro momento, os ingressos de cada partida serão distribuídos por sorteio para aqueles que demonstrarem interesse em assistir ao jogo. Ou seja, não há "ordem de chegada" para garantir seu lugar. Não faz diferença tentar comprar mais cedo ou no último dia de comercialização. O sistema foi usado nas últimas Copas. Já estão disponíveis entradas para todos os jogos, e a venda é dividida entre residentes do Qatar e não residentes. É possível comprar bilhetes para partidas específicas ou pacotes. Há três pacotes para acompanhar a seleção brasileira: um para os três jogos da fase de grupos, outro para a fase de grupos e as possíveis oitavas de final, outro (com sete duelos) da estreia até uma eventual final. Dentro dessas possibilidades, o combinado mais barato (fase de grupos e atrás do gol) sai por 825 qataris (R$ 1.228), e o mais caro (todos os sete jogos na lateral do gramado), por 15.708 qataris (R$ 23.300). O ingresso individual mais barato (atrás do gol em uma partida da fase de grupos) custa 250 qataris (R$ 372). O mais caro (laterais do campo) da fase de grupos, exceto a abertura, sai por 800 qataris (R$ 1.191). Para a abertura, as entradas individuais custam de 1.100 a 2.250 qataris (R$ 1.637 a R$ 3.349). Para a final, de 2.200 a 5.580 qataris (R$ 3.275 a R$ 8.307). Cada pessoa pode comprar até seis ingressos para uma mesma partida. Também é possível comprar pacotes para ir a jogos em quatro estádios diferentes.

Fonte: Notícias ao Minuto                 

 ROBINHO É CONDENADO EM ÚLTIMA INSTÂNCIA A NOVE ANOS DE PRISÃO POR ESTUPRO NA LTÁLIA

                                            Foto: Ivan Storti / Santos FC

O jogador Robinho foi condenado nesta quarta-feira (19) a nova anos de prisão por violência sexual de grupo contra uma mulher albanesa. A decisão é da Corte de Cassação de Roma, última instância da Justiça da Itália, que rejeitou o recurso apresentado pelo atacante e seu amigo, Ricardo Falco. O crime ocorreu em 2013 numa boate em Milão. A sentença é definitiva e não cabe mais recurso. A execução da pena é imediata.

Com a condenação em última instância, a justiça italiana poderá pedir a extradição de Robinho e Falco. Porém, dificilmente isso acontecerá, já que a constituição brasileira veta a extradição de brasileiros. A alternativa é que a dupla cumpra a pena de prisão numa penitenciária no Brasil. Para isso, a Itália precisa pedir a transferência de execução de pena à justiça brasileira e aguardar que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) faça a homologação da sentença. No entanto, o site Uol Esporte destaca que de acordo com a Secretaria de Cooperação Internacional da Procuradoria Geral da República (PGR) não existe um prazo para o trâmite do processo.

O crime de estupro aconteceu na madrugada de 22 de janeiro de 2013, na boate Sio Cafe, em Milão. A vítima, uma mulher albanesa, comemorava o aniversário de 23 anos. Robinho, que na época jogava pelo Milan, junto com Ricardo Falco e outros quatro brasileiros foram denunciados por participarem do ato. O grupo já havia deixado a Itália enquanto corriam as investigações e por isso não foram avisados da conclusão e nem processados. O processo começou em 2016 e teve a sentença em primeiro grau proferida em 23 de novembro de 2017. Robinho não compareceu a nenhuma das audiências do julgamento. O caso contra os outros quatro brasileiros está suspenso. Porém, com a condenação do jogador e de Falco, ele deverá ser reaberto.

No dia 10 de outubro de 2020, o Santos chegou a anunciar a contratação de Robinho. Porém, dias depois, o site ge.globo teve acesso ao processo que trazia as transcrições de conversas telefônicas entre o atacante e Ricardo Falco apontando que eles sabiam que a vítima do estupro estava bêbada. Em seguida, o clube paulista suspendeu o contrato do atleta.

Fonte: Bahia Notícias

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